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#OCÉU169: A Bíblia versus o Secularismo – PARTE 96

Série de sermões expositivos sobre O Céu. Sermão Nº 169  –  O sexto dia da criação: a criação do homem (Parte 143).  Gn 1:27: a Bíblia versus o Secularismo (Parte 96). Pregação do Pastor Jairo Carvalho em 20/08/2025.

INTRODUÇÃO

Antes mesmo de testemunharmos o tormento do quarto ciclo do inferno, Dante nos apresenta ao guardião do círculo: Plutão, o deus pagão da riqueza e do submundo. Mas este não é o deus. É uma besta grotesca balbuciando uma ameaça incompreensível: “Pape Satàn, pape Satàn aleppe!”. Este momento é crucial. A linguagem da ganância – quando  despojada de sua retórica de “investimento”, “progresso” e “segurança” –, revela-se como é: um dialeto demoníaco, gutural e irracional.  O amor ao dinheiro, em sua essência, não é lógico. É um impulso primal e bestial que nos desumaniza. Virgílio, representando a Razão iluminada pela Graça, não debate com a fera. Ele a silencia com uma palavra de autoridade celestial.

Lembremo-nos disso: a cobiça que ruge dentro de nós e em nossa cultura não pode ser apaziguada com argumentos lógicos, apenas subjugada por uma autoridade superior.  É com este presságio (prenúncio) da irracionalidade do mal que adentramos o círculo da obsessão material.

  1. A JUSTIÇA IMANENTE – O PECADO COMO DESTINO

E é aqui, neste reino do absurdo, que ecoa o grito de Dante, o grito da consciência humana confrontada com a consequência de suas escolhas:“Ah, justiça de Deus! Será tão grande para infligir tantas torturas e sofrimentos, como eu vi? Por que pecamos, se seremos punidos assim?” Esta não é a pergunta de um cético, mas a súplica de uma alma que ainda crê na justiça, mas está esmagada por sua aparente severidade. É a pergunta de quem vê a consequência terrível do erro e, em agonia, questiona a própria estrutura da liberdade humana.  Para responder, não olharemos para fora, para sistemas teológicos complexos, mas para dentro, mergulhando na cena que Dante pinta, pois nela, como veremos, ele não só descreveu um lugar, mas um estado da alma. 

  1. A Justiça como Espelho Absoluto

A primeira revelação que emerge da sua análise é de uma profundidade imensa: a justiça divina não é uma mera força externa que impõe um castigo. Ela é um espelho. Um espelho absoluto que reflete a alma de volta para si mesma, despida de todas as distrações e autoilusões. Aqui Dante mostra a anatomia do tormento, e o pecado desvelado. Dante descreve a cena com clareza: avarentos e pródigos, empurrando pesos com o peito, em direções opostas, chocando-se e recomeçando.  Sua percepção de que “o Inferno não lhes dá um tormento novo; ele apenas torna eterna e visível a tortura que eles mesmos escolheram em vida” é a chave mestra. Vamos aprofundar isso.

O que é a avareza em vida? É o medo cristalizado. É a tentativa de construir uma fortaleza contra a incerteza da vida usando os tijolos da matéria. O avarento já vive em um inferno de ansiedade.  Cada moeda guardada não traz paz, mas apenas aumenta o medo de perdê-la. Seu peito, como você disse, já está oprimido, não pelo ouro, mas pela responsabilidade de ser o deus e guardião de seu próprio tesouro.

E o pródigo? Sua condição é a mesma, apenas com o sinal invertido. A prodigalidade é o desespero disfarçado de festa. É a tentativa de preencher um abismo interior com uma avalanche de experiências e objetos.  O pródigo já vive em um inferno de insatisfação. Cada prazer consumido não sacia, apenas aprofunda a fome, exigindo um estímulo ainda maior. Seu peito já empurra o peso do vazio, uma busca ofegante por algo que o distraia do silêncio de sua própria alma.

A justiça-espelho de Deus, portanto, é a remoção de todas as variáveis. No Quarto Círculo, não há mais mercado de ações para o avarento se preocupar, nem próxima festa para o pródigo antecipar. Há apenas a essência pura de suas escolhas: o ato de empurrar um peso morto.  O tormento não é o peso. O tormento é a consciência da futilidade desse esforço, agora despida de qualquer esperança de resultado. É o vício sem a droga, a coceira sem o alívio. É a alma condenada a encenar para sempre a sua própria definição de vida.

Como o princípio da semeadura de Gálatas 6:7 ensina, não se trata de Deus dizendo: “Você plantou espinhos, agora eu o castigarei com chicotes”.  Trata-se de Deus dizendo: “Você dedicou sua vida a cultivar um campo de espinhos. Eis aqui a sua colheita. Habite nela”.  A morte, como descrita por Tiago 1:15, não é um evento, mas a maturação final da semente do pecado.

  1. Os Arquétipos Modernos: O Inferno que Já Habitamos

O homem moderno que sacrifica a família pela carreira não está apenas “ocupado”. Ele é um avarento de tempo, de status, de reconhecimento. Ele acumula conquistas como moedas.  O inferno que ele já habita é a noite de insônia pensando na meta não batida, a conversa superficial com a esposa porque sua mente está na planilha, o olhar distante do filho que ele já não sabe como decifrar. O “peso da carreira” que ele empurra já o está esmagando, mas a adrenalina do “sucesso” o impede de sentir a dor total. Na eternidade, a adrenalina acaba. Só fica o peso.

A pessoa presa ao consumismo não está apenas “se divertindo”. Ela é uma pródiga de identidade. Ela esbanja sua alma, tentando comprar uma versão de si mesma que seja digna de amor e admiração. O inferno que ela já habita é a ansiedade do feed do Instagram, a microdecepção quando a nova compra não traz a euforia prometida, o pavor de ser vista com as roupas da estação passada. O “peso de uma vida de aparências” já a faz uivar por dentro, mas o próximo “like” ou a próxima compra abafam o som. Na eternidade, o silêncio é ensurdecedor. Só fica o uivo.

  1. A Pandemia da Idolatria: O Coração como Altar Vazio

Dante exclama: “Aqui vi gente mais que em outra parte.” Este círculo está superpovoado. Por quê? Porque o pecado aqui retratado é a idolatria fundamental da alma humana decaída. Teologicamente, o coração humano foi criado por Deus para ser um altar, um lugar de adoração. Seremos um coração-templo ou um coração-cofre. Por que pecamos?”. Porque somos livres. Esta é a verdade terrível e gloriosa do cristianismo.  A liberdade de escolher a quem servir, como nos lembra Josué 24:15, é o que dá dignidade à nossa existência.

A condenação não é o fracasso de Deus, mas a prova irrefutável de que nossa escolha foi levada a sério. Sua imagem do coração é a mais poderosa: ele foi projetado para ser um Templo para o Espírito, mas a escolha errada o transforma em um cofre para a matéria.  Um Templo é um lugar de fluxo: sacrifícios entram, bênçãos saem. É um lugar de comunhão, de vida, de adoração a algo maior que si mesmo. Um cofre é o oposto: é um lugar de estagnação. Sua função é impedir o fluxo, proteger contra a perda, isolar do mundo.

O coração-cofre, do avarento, torna-se frio, duro, impenetrável. Ele enrijece o peito contra o amor ao próximo, pois o amor é um risco, um investimento sem garantias. O coração-cofre, do pródigo, está paradoxalmente vazio. Ele se abre para tudo, mas não retém nada de valor. É um cofre com a porta escancarada, varrido por ventos de prazeres fugazes, mas incapaz de abrigar a presença constante da alegria. Jesus foi explícito sobre esta escolha binária em Mateus 6:24: não se trata de ter Deus e Mamom. Trata-se de escolher qual deles ocupará o trono.

A tragédia do Quarto Círculo é ver almas que não apenas escolheram Mamom, mas que se tornaram, elas mesmas, cofres ambulantes, guardando para sempre o nada. Santo Agostinho confessou: “Fizeste-nos para Ti, Senhor, e nosso coração está inquieto enquanto não repousa em Ti.”  Se o Deus verdadeiro não ocupa este altar, ele não ficará vazio. A alma, em sua aversão ao vácuo, buscará um ídolo para preenchê-lo. A multidão neste círculo representa a humanidade que, sofrendo desta inquietude agostiniana, tenta preencher o vazio do tamanho de Deus com a poeira da criação.

O filósofo Blaise Pascal falou do “abismo infinito” no coração do homem que só pode ser preenchido por um objeto infinito e imutável, isto é, o próprio Deus. A idolatria materialista é a tentativa trágica de preencher este abismo com uma sucessão infinita de objetos finitos.  É por isso que o consumismo nunca satisfaz; ele apenas aprofunda o desejo. O último modelo de celular, a casa nova, o carro novo, a promoção cobiçada — são apenas punhados de pó lançados num abismo.

Olhe para a sua vida: quais “pesos” você usa para preencher sua inquietude? O trabalho excessivo, o entretenimento constante, o acúmulo de posses? Eles não são o seu problema. Eles são os sintomas de um altar vazio. Paulo, em Romanos 1:25, diagnostica esta condição com precisão cirúrgica: “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador.” A multidão de Dante não é nada mais que a visualização desta “grande troca”.

  1. A Física do Pecado: A Alma Sufocada pelo Peso

V.27 “com grandes uivos, rolando pesos com a força do peito.”

A imagem é um eco pagão, o do mito de Sísifo, mas com uma diferença teológica crucial. Sísifo empurrava uma rocha, um objeto externo. As almas de Dante empurram um peso que é a materialização de sua própria cobiça. O tormento não vem de fora, mas emana de dentro.  A escolha de Dante pelo “peito” (petto) é genial. O peito não é apenas a sede do coração e das paixões, mas também do fôlego, do sopro de vida (ruah em hebraico, pneuma em grego), que simboliza o espírito.  Este castigo é, portanto, uma forma de sufocamento espiritual. Eles empenharam o sopro de vida para acumular ou esbanjar pó, e agora o peso desse mesmo pó comprime seus peitos, impedindo qualquer suspiro de transcendência.

Aristóteles ensinou que todo ser tem um telos, um propósito. O telos da alma humana é Deus. O pecado (hamartia) é “errar o alvo”, é direcionar a energia da vida para um telos falso.  O avarento e o pródigo direcionaram toda a força do seu “peito” para um tesouro terreno. A justiça imanente de Deus consiste em dizer: “Era isto que querias? Então, toma-o. Para sempre.” O peso é a graça de Deus removida, deixando apenas a obsessão em sua forma pura: um esforço infinito sem propósito, uma existência sem fôlego espiritual.

A Epístola aos Hebreus 12:1 nos exorta a nos desembaraçarmos “de todo o peso, e do pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta”.  O que em vida é um “peso” que nos atrasa na corrida da fé, na eternidade se torna a própria realidade da alma cativa. Onde o coração estiver, aí estará todo o seu ser (Mateus 6:21). 

II: A DIALÉTICA DO DESPREZO – O CÂNTICO DA ALMA CATIVA

O movimento neste círculo não é apenas um ciclo de futilidade. É um ciclo de conflito.

  1. O Mito do Progresso Material: A Eterna Luta de Classes

“Batiam entre si; e depois nesse ponto cada um se voltava, rolando para trás.”

Aqui, Dante desmascara a mentira fundamental de toda utopia puramente materialista. A premissa de que a felicidade humana é uma questão de acumulação ou distribuição de bens leva inevitavelmente ao conflito.  O avarento (“Por que desperdiças?”) e o pródigo (“Por que guardas?”) são os arquétipos de toda luta de classes.  Ambos idolatram a mesma coisa — a matéria — apenas com abordagens opostas. O choque entre eles nunca gera síntese ou progresso, apenas um recuo mútuo e o reinício da labuta. A raiz deste conflito não é econômica, mas espiritual. É o eco do primeiro cântico de desprezo da história humana.

No Jardim do Éden, após o pecado, a harmonia se quebra. Adão acusa: “A mulher que me deste por companheira…” (Gênesis 3:12).  A acusação mútua é a linguagem padrão da alma caída. Tiago diagnostica a fonte de todas as guerras: a cobiça que guerreia dentro de nós (Tiago 4:1).  O choque no Inferno de Dante é a guerra da alma projetada para a eternidade.

  1. O Cântico da Autojustificação: A Consciência Encarcerada

“…gritando de novo a sua injuriosa cantiga.”

Este é talvez o detalhe mais terrível. A eternidade do tormento não gera um pingo de autorreflexão. O grito nunca é “Misericórdia, eu errei!”, mas sempre “A culpa é tua!”. Este é o inferno em sua essência: a incapacidade de se arrepender. Aqui,  acontece filosofia das relações “Eu-Tu” (onde o outro é visto como um ser sagrado) e “Eu-Isso” (onde o outro é visto como um objeto ou obstáculo). No Inferno de Dante, toda a relação é “Eu-Isso”. O outro existe apenas como a antítese do meu próprio erro, uma ferramenta para a minha autojustificação. O outro existe apenas como a antítese do meu próprio erro, uma ferramenta para a minha autojustificação. Vemos isto hoje, amplificado pelas redes sociais.

O “cântico injurioso” tornou-se global. Condenamos publicamente os outros por seus gastos, suas opiniões, seus erros, não por um desejo de justiça, mas para solidificar nossa própria virtude percebida.  O linchamento virtual é o cântico do Quarto Círculo cantado em uníssono global. É a consciência encarcerada no ego, incapaz de ver o “argueiro” no olho do irmão por causa da “trave” que se tornou sua própria visão de mundo (Mateus 7:3).

  1. A Dialética do Desprezo

Aqui, sua análise se aprofunda para mostrar que este inferno não é solitário. Ele é perversamente social. É um sistema de relacionamento baseado no desprezo mútuo. Dante mostra aqui a “pandemia do materialismo” e “eterno cântico do desprezo” dos condenados. A razão pela qual este círculo está superpovoado (Mateus 7:13) é porque o materialismo é a ideologia padrão de um mundo que perdeu seu norte transcendente (Céu).  E quando o valor da vida é medido materialmente, o resultado inevitável é o conflito e a acusação.

A dialética materialista comunista criou o mito da luta de classes, que desconsidera a natureza caída do ser humano. O materialismo, seja na sua forma capitalista ou comunista, inevitavelmente gera conflito porque bens materiais são finitos. Se o “ter” define o “ser”, então o seu “ter” é uma ameaça ao meu “ter”. A única lógica possível é a da competição, da guerra, da dialética. O avarento e o pródigo se odeiam, mas são irmãos gêmeos, nascidos da mesma mãe: a crença de que a matéria é a realidade última.  O choque deles é o som da matéria colidindo com a matéria. É um universo sem graça e sem o dom da vida eterna.

E deste choque nasce o “cântico injurioso”: “Por que guardas?”, “Por que desperdiças?”. Este cântico é a linguagem do inferno. É a externalização total da culpa. É a recusa em dizer “eu pequei”, insistindo em gritar “você pecou”. É o espírito do Fariseu de Lucas 18 transformado em uma lei da física espiritual. É a incapacidade de ver a trave no próprio olho (Mateus 7:3) porque o universo inteiro se tornou um espelho que só reflete o argueiro no olho do irmão. Esta é a essência da consciência presa, incapaz de autorreflexão. Este é o verdadeiro “beco sem saída” da alma humana.

III. A PRÁXIS DA LEVEZA – DISCIPLINAS PARA UMA ALMA ASCENDENTE

Se o diagnóstico é tão grave, qual é a cura? O Evangelho não é apenas um diagnóstico. É uma prescrição. Se o peso é a obsessão material e o cântico é a acusação, a leveza requer disciplinas espirituais ativas para treinar a alma em uma nova direção.

  1. A Disciplinas da Generosidade: O Anti-Peso

O antídoto direto para o peso da avareza e da prodigalidade é a generosidade intencional e alegre. A generosidade, praticada como disciplina, treina o nosso coração a se desprender.  O ato de dar — seja o dízimo para a comunidade de fé, a esmola para o necessitado, ou o tempo para um amigo — é um ato de rebelião contra o deus Mamom.  Cada ato de dar enfraquece o domínio do “ter” sobre o “ser”. Não é sobre o quanto se dá, mas sobre o ato de abrir a mão que, por natureza, quer se fechar em um punho de avareza.

  1. A Disciplina da Gratidão: A Reorientação do Olhar

O motor da avareza e da prodigalidade é a insatisfação. A gratidão é o freio. A disciplina da gratidão consiste em reorientar ativamente o nosso olhar, afastando-o daquilo que não temos e focando-o naquilo que já recebemos. Comece e termine cada dia listando, em oração, coisas pelas quais você é grato. Esta prática quebra o ciclo vicioso do desejo, substituindo a ansiedade do “eu preciso” pela paz do “eu tenho”.  Como diz o apóstolo Paulo, “aprendi a contentar-me com o que tenho” (Filipenses 4:11). O contentamento é a verdadeira riqueza.

CONCLUSÃO:

Como escapar desta pecaminosidade? A resposta não é tentar empurrar o peso com mais força. A resposta é se render a uma gravidade da graça redentora. A pergunta de Dante, “Por que pecamos?”, encontra sua resposta final não na filosofia, mas na teologia da Cruz. A justiça de Deus é real, mas o Seu amor proveu uma intervenção que pode reverter nossa trajetória. Se o problema é um peso que nós mesmos escolhemos, e um cântico que nós mesmos entoamos, então a solução não pode ser um mero ajuste de comportamento. Precisa ser uma transformação do ser – o chamado de Cristo, e esta é a única conclusão possível. A visão do Inferno, não é para aterrorizar, mas para alertar. É um diagnóstico severo, mas preciso.

E somente quando aceitamos a gravidade do diagnóstico é que podemos abraçar a radicalidade da cura. E como se solta um peso ao qual nosso coração está acorrentado? Pela fé. Aceitando o convite de Cristo em Mateus 11:28-30.  Note a linguagem: Ele não diz “Eu removerei seu fardo e o deixarei livre”, mas “Tomai sobre vós o meu jugo… e o meu fardo é leve”.  Somos convidados a uma troca. Trocamos o peso esmagador de sermos nosso próprio deus, nosso próprio salvador, nosso próprio provedor, pelo fardo leve de amar a Deus e ao próximo. O fardo de Cristo é leve não porque exige pouco, mas porque é um fardo compartilhado com Ele. É o jugo do amor que, ao contrário do peso do egoísmo, não nos esmaga, mas nos eleva.

Que a lição final desta descida ao inferno seja esta: a nossa jornada não precisa terminar neste círculo de esforço inútil. Podemos, aqui e agora, silenciar o cântico do desprezo com a oração do arrependimento.  Podemos, aqui e agora, soltar o peso do “ter” ao abraçar o tesouro do “ser” em Cristo (Mateus 6:19-21). E podemos, assim, aprender que a verdadeira liberdade não é a ausência de fardos, mas a alegria de carregar o fardo certo.

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